Os bravos 4 ou 5 leitores que acompanham periodicamente este blog sabem que os questionamentos acerca da titularidade absoluta do lateral “de seleção” são de longa data e o Ministro Veiga foi até insultado ( não é novidade) por referir-se ao lateral Kleber como “Chicletinho”, em alusão ao seu hábito de mascar chicletes durante a partida.
O lateral vem em má-fase há muito tempo. Em 2008 praticamente não jogou: fez apenas número em campo, arrastando-se nos gramados com uma falta de vontade incomum para um jogador com 28 anos. A tão decantada qualidade técnica do jogador ( que faz cruzamentos da linha de fundo como “se jogasse a bola com as mãos” na cabeça do atacante) também não apareceu – já estava em decadência desde 2007, na verdade.
Mesmo assim, o lateral foi convocado pelo “técnico” Dunga e teve uma atuação pífia contra o Chile pelas eliminatórias, chegando a ser expulso. De volta ao Santos, não apenas é prestigiado com a titularidade inconteste pelo treinador Márcio Fernandes como recebe a faixa de capitão do time.
A pergunta é: por que nenhum treinador (Leão, Cuca, Márcio Fernandes) barra este jogador, em reconhecida má-fase, do time titular, sendo que o Santos possui os laterais Carleto e o recém-contratado Fábio Santos, sem contar com o Michael ( que, aliás, é outro jogador que vem se revelando uma grande decepção)?
Até Agosto acreditava-se que era para evitar uma desvalorização do jogador junto ao mercado externo. Afinal, quem iria contratar um reserva e de um time que flertava com a zona de rebaixamento? Um time alemão chegou a oferecer R$ 8,4 milhões para ter o lateral, mas o Santos recusou, alegando que o valor oferecido era muito baixo.
Mas agora não há mercado externo, dificilmente haverá novas chances para o Kleber Chicletinho na seleção do Dunga e o Santos tem que continuar sua luta para a permanência na primeira divisão ( sim, torcedor santista. Não se iludam com algo além disso). Há motivos para o Chicletinho continuar como titular?
Nas teses lunáticas do Ministro Veiga, Chicletinho só joga por conta do prestígio. Não do prestígio entre os torcedores, como tem Fábio Costa. O prestígio do Chicletinho deve ser mesmo na “panelinha”, dos supostos “líderes” do grupo. O Santos parece aquele time dos chapas: tá gordo, tá lento, ta com sono? Não importa. É camarada. Joga. É brother. Joga.
Chulapa, que conhece tudo quanto é malandragem de boleiro, certamente teve sucesso onde Leão e Cuca falharam: lidar com a panelinha na Vila Belmiro. E isso não é fácil. Lembro-me de dois casos clássicos: o Flamengo do inicio dos anos 90 de Júnior Baiano, Nélio, Marquinhos, Paulo Nunes, Piá, Marcelinho Carioca e Djalminha. Matéria da revista PLACAR trazia a seguinte chamada: “Não mexa com a minha turma”. O lateral Nelsinho (ex-SP) e o meia Bobô (ex-Bahia) sentiram na pele o que é chegar em um clube com uma panelinha já formada. Ou então lembrem-se da desastrosa passagem de Carlos Alberto Parreira no São Paulo.
Pelo visto, não adiantará os torcedores esbravejarem. Chicletinho tem total “confiança” por parte do técnico e dos colegas de panela. Claro que torcemos para que o jogador volte aos seus melhores dias com a camisa do Santos. Mas o tempo urge, o Santos não está em situação confortável e o pensamento, nessa hora, deveria ser o de somar todos os esforços para tirar o SantosFC desta colocação vexatória no campeonato brasileiro.
Na matemática santista, o time precisa somar pontos...e com Kleber Chicletinho em campo, há apenas subtração. Ao menos não há divisão do grupo, embora seu estilo já comece a multiplicar ( olhai o Michael).
E perguntar não ofende: quanto ganha o reservão Fábio Santos?
O lateral vem em má-fase há muito tempo. Em 2008 praticamente não jogou: fez apenas número em campo, arrastando-se nos gramados com uma falta de vontade incomum para um jogador com 28 anos. A tão decantada qualidade técnica do jogador ( que faz cruzamentos da linha de fundo como “se jogasse a bola com as mãos” na cabeça do atacante) também não apareceu – já estava em decadência desde 2007, na verdade.
Mesmo assim, o lateral foi convocado pelo “técnico” Dunga e teve uma atuação pífia contra o Chile pelas eliminatórias, chegando a ser expulso. De volta ao Santos, não apenas é prestigiado com a titularidade inconteste pelo treinador Márcio Fernandes como recebe a faixa de capitão do time.
A pergunta é: por que nenhum treinador (Leão, Cuca, Márcio Fernandes) barra este jogador, em reconhecida má-fase, do time titular, sendo que o Santos possui os laterais Carleto e o recém-contratado Fábio Santos, sem contar com o Michael ( que, aliás, é outro jogador que vem se revelando uma grande decepção)?
Até Agosto acreditava-se que era para evitar uma desvalorização do jogador junto ao mercado externo. Afinal, quem iria contratar um reserva e de um time que flertava com a zona de rebaixamento? Um time alemão chegou a oferecer R$ 8,4 milhões para ter o lateral, mas o Santos recusou, alegando que o valor oferecido era muito baixo.
Mas agora não há mercado externo, dificilmente haverá novas chances para o Kleber Chicletinho na seleção do Dunga e o Santos tem que continuar sua luta para a permanência na primeira divisão ( sim, torcedor santista. Não se iludam com algo além disso). Há motivos para o Chicletinho continuar como titular?
Nas teses lunáticas do Ministro Veiga, Chicletinho só joga por conta do prestígio. Não do prestígio entre os torcedores, como tem Fábio Costa. O prestígio do Chicletinho deve ser mesmo na “panelinha”, dos supostos “líderes” do grupo. O Santos parece aquele time dos chapas: tá gordo, tá lento, ta com sono? Não importa. É camarada. Joga. É brother. Joga.
Chulapa, que conhece tudo quanto é malandragem de boleiro, certamente teve sucesso onde Leão e Cuca falharam: lidar com a panelinha na Vila Belmiro. E isso não é fácil. Lembro-me de dois casos clássicos: o Flamengo do inicio dos anos 90 de Júnior Baiano, Nélio, Marquinhos, Paulo Nunes, Piá, Marcelinho Carioca e Djalminha. Matéria da revista PLACAR trazia a seguinte chamada: “Não mexa com a minha turma”. O lateral Nelsinho (ex-SP) e o meia Bobô (ex-Bahia) sentiram na pele o que é chegar em um clube com uma panelinha já formada. Ou então lembrem-se da desastrosa passagem de Carlos Alberto Parreira no São Paulo.
Pelo visto, não adiantará os torcedores esbravejarem. Chicletinho tem total “confiança” por parte do técnico e dos colegas de panela. Claro que torcemos para que o jogador volte aos seus melhores dias com a camisa do Santos. Mas o tempo urge, o Santos não está em situação confortável e o pensamento, nessa hora, deveria ser o de somar todos os esforços para tirar o SantosFC desta colocação vexatória no campeonato brasileiro.
Na matemática santista, o time precisa somar pontos...e com Kleber Chicletinho em campo, há apenas subtração. Ao menos não há divisão do grupo, embora seu estilo já comece a multiplicar ( olhai o Michael).
E perguntar não ofende: quanto ganha o reservão Fábio Santos?
(revisão: Aurélio F.D.Nário)
ENQUETE DO VEIGA
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