Vou ser bem sucinto, sem análises apuradas de tática ou escalações. E não tem charge ou filminho engraçadinho dessa vez. O que eu tenho pra dizer sobre este time do Santos resume-se numa expressão: CAMBADA DE VAGABUNDO!O vagabundo-mór é o presidente. Um bundão, um inútil, um narcisista que bateu quase todos os recordes negativos do Santos neste ano de 2008. Todo mundo aproveitou: o Atlético-MG acabou com um tabu de 60 anos dentro da Vila, o Coritiba tirou o atraso na Vila, o Goiás aproveitou, o Keirrison sozinho marcou 7 gols contra esse time...e o presidente continua lá, dizendo que vai trazer Rafael Sobis, perguntando quanto custa o Riquelme ( e pedindo desconto pro Vitória da Bahia para contratar o Bida - para perplexidade de alguns cronistas esportivos baianos).
É um imbecil incapaz de ao menos montar uma diretoria decente e profissional. A esperança pro Santos em 2009 é a volta de Luxemburgo, que é um mau-caráter mercenário, mas o único que pode “salvar” a administração do inútil do Marcelo Teixeira. Sim, pois já foi dito sei lá quantas vezes aqui neste blog: com essa "administração" MT, só tem um técnico pra dar conta do recado: Luxemburgo. O resto é tão promissor quanto Cuca.
Os outros vagabundos infelizmente envergonharam a camisa do Santos esta noite. Como dificilmente vai acontecer mudanças administrativas na patotinha do Teixeirinha, o mínimo que deveria acontecer em 2009 é uma LIMPEZA GERAL no elenco santista.
Vagabundos como Kleber Pereira, Kleber Chicletinho, Rodrigo Souto, Michael, Wendel, Adaílton, Lima não merecem vestir uma camisa que um dia tanta gente já vestiu e mostrou-se comprometida com o clube mesmo nas piores fases. Fora com essa cambada! Chega! Encham o rabo de dinheiro, tomem o quanto de birita quiserem, mas deixem o Santos em paz!
E O TÉCNICO?
Na Rádio Globo SP, onde o jogo foi comentado ( e muito bem comentado) pelo Odir Cunha, ao final do jogo a repórter entrevistou o volante Roberto Brum:
REPÓRTER - "O que aconteceu com o lado direito do Santos, Brum, que ficou praticamente aberto o tempo todo?”
BRUM - "É...isso aí é com o PROFESSOR que tem que ver isso".
Isso resume o trabalho do "professor". Adaílton se manda feito um líbero tempo todo no meio de campo; Souto perdidinho em campo; Kleber Chicletinho não marca, não ataca, não faz nada em campo. Não existe cobertura, não existe posicionamento, os gols do Coxa saíram quase todos do mesmo jeitão ( "craque" perdendo a bola lá na frente, colocando a mão na cintura e só o Domingos na zaga. Enquanto isso, Chicletinho, Souto, Brum, Adaílton, Michael, Wendel conversavam sobre o 13.o salário em algum ponto do campo).
“Ah, mas e aí, se ele tirar o Adaílton vai colocar quem? Fabão? E o Chicletinho? O Fábio Santos? Ele não tem elenco”.
Um monte de treinador por aí também não tem. Mas técnico, se não entra em campo, ele orienta, treina taticamente, posiciona, determina, motiva. E tem pé no chão. Márcio Fernandes, em entrevista após o jogo, falou em classificação para a Sul-Americana. Nossa realidade é fugir do rebaixamento. O campeonato inteiro, aliás.
Ser amigão da galera e deixar o churrasco correr solto pode ter funcionado no começo. Mas não dá pra enganar o tempo todo.
Ainda mais no SantosFC, um clube à deriva, sem comando, a verdadeira casa da mãe Joana.
Isso resume o trabalho do "professor". Adaílton se manda feito um líbero tempo todo no meio de campo; Souto perdidinho em campo; Kleber Chicletinho não marca, não ataca, não faz nada em campo. Não existe cobertura, não existe posicionamento, os gols do Coxa saíram quase todos do mesmo jeitão ( "craque" perdendo a bola lá na frente, colocando a mão na cintura e só o Domingos na zaga. Enquanto isso, Chicletinho, Souto, Brum, Adaílton, Michael, Wendel conversavam sobre o 13.o salário em algum ponto do campo).
“Ah, mas e aí, se ele tirar o Adaílton vai colocar quem? Fabão? E o Chicletinho? O Fábio Santos? Ele não tem elenco”.
Um monte de treinador por aí também não tem. Mas técnico, se não entra em campo, ele orienta, treina taticamente, posiciona, determina, motiva. E tem pé no chão. Márcio Fernandes, em entrevista após o jogo, falou em classificação para a Sul-Americana. Nossa realidade é fugir do rebaixamento. O campeonato inteiro, aliás.
Ser amigão da galera e deixar o churrasco correr solto pode ter funcionado no começo. Mas não dá pra enganar o tempo todo.
Ainda mais no SantosFC, um clube à deriva, sem comando, a verdadeira casa da mãe Joana.








