Times de futebol existem aos montes no mundo. No Brasil, encontramos diversos times com suas peculiaridades que os tornam especiais na história. Assim é o Palmeiras, sempre marcado pela “Academia”; assim é o Botafogo, que sempre levará consigo Garrincha, Didi e Nilton Santos; assim é o Cruzeiro, de Tostão e Dirceu; o Flamengo de Zico, o Vasco de Roberto Dinamite, o Inter de Figueroa e Falcão.
Que me perdoem os torcedores destas e outras agremiações tradicionais no Brasil, mas o Santos é diferente. Que outro time poderia reunir o passado, o presente e o futuro em um mesmo jogo, contra o modesto e desesperado Mogi-Mirim no Pacaembu?
A vitória por 3 x 0 fica em segundo plano. As variações táticas, a escalação, as ausências de Rodrigo Souto e Roberto Brum ( dos quais ninguém sentiu falta, aliás) ficam para depois. O que a torcida viu no Pacaembu foi história. Foi uma amostra do que é feito o SantosFC.
Primeiro, o passado reverenciado. Giovanni, 36 anos, encerrando a carreira no Mogi-Mirim, sendo homenageado pela torcida presente no Pacaembu, palco de uma das mais brilhantes exibições que se tem notícia de um jogador. Giovanni está velho, se arrastando, está nas últimas? Não importa. O santista se lembrou e viu G10 mais uma vez. Obrigado, Don Giovanni!
O torcedor viu o presente. Vem assistindo a um time que, se não é brilhante, ao menos tem bem mais disposição que os tristes e desanimados times do 2º semestre de 2007 e do ano inteiro de 2008. Até o Fabão melhorou muito seu futebol, vejam só! Méritos deste treinador, Vagner Mancini, que pelo visto deixa de ser uma promessa para aos poucos tornar-se realidade.
E, finalmente, o futuro. O futuro nos pés e nos passes de Paulo Henrique, indicado pelo próprio Giovanni; o futuro nos pés e dribles de Neymar, que emocionou a todos com aquele soco no ar ao comemorar seu primeiro gol como profissional.
Claro que é preciso ter calma com os garotos. O problema é que conhecendo a história do Santos é difícil não deixar-se levar pela euforia, pelos novos “Meninos da Vila”, por esses meninos que surgem na Vila de tempos em tempos e que tornam este time diferente, diferentemente apaixonante e mágico.
Que me perdoem os torcedores destas e outras agremiações tradicionais no Brasil, mas o Santos é diferente. Que outro time poderia reunir o passado, o presente e o futuro em um mesmo jogo, contra o modesto e desesperado Mogi-Mirim no Pacaembu?
A vitória por 3 x 0 fica em segundo plano. As variações táticas, a escalação, as ausências de Rodrigo Souto e Roberto Brum ( dos quais ninguém sentiu falta, aliás) ficam para depois. O que a torcida viu no Pacaembu foi história. Foi uma amostra do que é feito o SantosFC.
Primeiro, o passado reverenciado. Giovanni, 36 anos, encerrando a carreira no Mogi-Mirim, sendo homenageado pela torcida presente no Pacaembu, palco de uma das mais brilhantes exibições que se tem notícia de um jogador. Giovanni está velho, se arrastando, está nas últimas? Não importa. O santista se lembrou e viu G10 mais uma vez. Obrigado, Don Giovanni!
O torcedor viu o presente. Vem assistindo a um time que, se não é brilhante, ao menos tem bem mais disposição que os tristes e desanimados times do 2º semestre de 2007 e do ano inteiro de 2008. Até o Fabão melhorou muito seu futebol, vejam só! Méritos deste treinador, Vagner Mancini, que pelo visto deixa de ser uma promessa para aos poucos tornar-se realidade.
E, finalmente, o futuro. O futuro nos pés e nos passes de Paulo Henrique, indicado pelo próprio Giovanni; o futuro nos pés e dribles de Neymar, que emocionou a todos com aquele soco no ar ao comemorar seu primeiro gol como profissional.
Claro que é preciso ter calma com os garotos. O problema é que conhecendo a história do Santos é difícil não deixar-se levar pela euforia, pelos novos “Meninos da Vila”, por esses meninos que surgem na Vila de tempos em tempos e que tornam este time diferente, diferentemente apaixonante e mágico. 
Isso chama-se carisma, nobres “especialistas”. Não é preciso ter 30 milhões de torcedores ou um grande estádio particular para que a paixão por um time se estabeleça e arraste multidões aos estádios, seja em Santos, São Paulo, Rio de Janeiro, Américas, Europa, na África, enfim, no mundo. Não se surpreendam e tampouco subestimem a torcida santista. Nós sempre provaremos que estão errados.
Em primeiro lugar, MT é excelente marqueteiro pessoal. Basta verificar o site do SantosFC, que parece mais um álbum de fotos do presidente. E agora surge esse “jogo de despedida” do Giovanni. Ah, sim, em 2009 é ano eleitoral na Vila. Preparem-se, santistas, para mais camarotes, festinhas e homenagens...talvez até o Rafael Sobis apareça!
UMA BOA IDÉIA

