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quarta-feira, setembro 10, 2008

CORINTHIANS NA FINAL DA LIBERTADORES CONTRA O REAL POTOSÍ ( BOL)!!!

O LHC ( super acelerador de partículas) já está funcionando e o mundo não acabou, contrariando os profetas apocalípticos de plantão e as seitas malucas espalhadas por aí. Agora, só resta esperar a profecia maia de 2012 pra ver o que acontece. O fato é que o mundo ainda está aí e o Corinthians ainda tem chances de ser campeão da Libertadores. Mas será que conquistará tal título? O que vemos a seguir é um relato de um viajante do tempo ( ao estilo Marty McFly ou mais pra Bill & Ted) sobre os terríveis acontecimentos da noite de 31 de Dezembro de 2499.


CORINTHIANS X REAL POTOSI - FINAL DA LIBERTADORES DA AMÉRICA 2499

Final da Libertadores da América, ano 2499. Finalmente o Corinthians poderá sagrar-se campeão das Américas e disputar de forma legítima o título mundial! A fiel torcida lota o estádio São Pirilinho, em Diadema, alugado gentilmente pelo SantosFC para uma ocasião tão especial ao co-irmão! O Timão disputa o título contra o Real Potosí da Bolívia e vai vencendo por 2 x 1, mas este placar ainda dá o título aos bolivianos. Para ser campeão, o Corinthians precisa fazer mais um gol.

E aos 44 minutos do segundo tempo, Socrábiro Casadimir Dentibuda ( um atacante polêmico, resultado da clonagem a partir do DNA dos grandes ídolos da fiel: Sócrates, Biro-Biro, Casagrande, Wladimir, Dentinho e Abuda - violando as regras da FIFA: Federação Intergaláctica de Futebol - que só permitem clones de ídolos do passado com até 2 amostras de DNA), arranca pela esquerda e cai na área na saída do goleiro. O árbitro Márcio Rezende Castrilli Simon de Freitas VIII marca pênalti bastante contestado pelos bolivianos.

Princípio de confusão no estádio São Pirilinho. O assistente de arbitragem, C3PO, captou que o goleiro boliviano sequer tocou no atacante corintiano. A presidente corintiana, Marlene Dualib Joorabichan Matheus (tatataraneta do lendário Vicente Matheus) invade o campo. Jogadores reservas do Timão também invadem po campo e pressionam o árbitro.

Os jogadores bolivianos suspeitam de armação. Na véspera da partida o presidente do Real Potosí chamava a atenção para o fato de o árbitro ser um humano e não um robô, como normalmente acontece. Lances de impedimentos polêmicos e pênaltis duvidosos são coisas do passado.

A guarda imperial brasileira, composta pelos robôs de elite equipada pelo imperador supremo Luizinacio Genuíno Roussef Suplicy da Silva XXXVIII, entra em cena e contém a invasão de torcedores organizados através das pistolas teletransportadoras (quem é atingido pelo raio teletransporter vai direto para a cadeia).

Furtivamente, o diretor do Corinthians, Damião Citadinius, implanta um chip diferente no auxiliar de arbitragem C3PO e a programação do robô é alterada. O pênalti é confirmado, para desespero do goleiro Evo Etcheverria, que ainda recebe o super cartão vermelho (dado aos jogadores extremamente violentos, afastando-os dos gramados por 5 jogos e obrigando tais jogadores a prestar serviços sociais na colônia lunar “The Dark Side”, que é o local para onde são enviados os paranóicos e psicóticos terrestres).

A penalidade será cobrada. Já temos 55 minutos do segundo tempo. É bater a penalidade e terminar o jogo. Não há como perder: como o Real Potosí já fez as 5 substituições que tinha direito e o banco de reservas estava desfalcado, quem foi pro gol foi o presidente do clube, Evo Chavez Morales, aos 109 anos na cadeira de rodas manual ( a Bolívia ainda vive no século XXI, que absurdo!).

E o timão finalmente será o campeão da Libertadores. Abudherrera Dineineto se prepara para a cobrança. É o momento máximo da história do S.C.Corinthians Paulista. Tão histórico e tão importante que até o LGC (Large God Clone), ambicioso projeto humano para a clonagem de Deus, que acontecia exatamente no mesmo momento, foi deixado em segundo plano.

Ao mesmo tempo que Abudherrera partia em direção à bola, o LGC era ligado. A Terra estremece. Surge diante dos cientistas o clone de Deus. Mas por um erro de cálculo grotesco, o chip implantado no clone divino não continha a programação “misericórdia”.

Uma função “repeat” estava acionada e a Terra inteira foi assolada por grandes terremotos, nuvens de gafanhotos geneticamente modificados que tornaram-se carnívoros, piolhos desenvolvidos que invadiam o cérebro das pessoas, moscas mortais e uma torrencial chuva de enxofre e fogo. Tudo no planeta progressivamente tornou-se sal.
No exato momento em que o pênalti batido por Abudherrera ia entrando devagarinho no gol, todos no estádio se transformam em sal. Observando com mais atenção, nota-se que a bola não ultrapassa linha, portanto não foi gol.

Mas uma leve brisa empurrava a bola em forma de sal em direção ao gol. Sim, o Corinthians ainda poderia ser campeão da Libertadores, mesmo que levasse mais mil anos para cada grãozinho de sal entrar no gol! Que final de mundo dramático! Haaaaaja coração!

No último ato do clone de Deus, um espetacular dilúvio toma toda a Terra. As águas dissolvem a bola de sal exatamente em cima da linha. O planeta chega ao fim e o Corinthians não foi campeão da Libertadores da América. Mas o equílibrio do Universo foi assegurado. Tudo está na mais perfeita normalidade.

EPÍLOGO – 2500: Aparentemente, nenhum sinal de vida no planeta devastado. No entanto, onde outrora se encontrava o litoral de São Paulo, duas crianças estão a salvo. Estão nuas e precisam se cobrir, pois sentem frio. Encontram camisas brancas com um símbolo parecido a um coração e código: SFC. Vestem-se com os mantos. Vasculhando alguns escombros, encontram uma imagem de um antigo rei que vestia o mesmo manto que elas com o código SFC. Em breve, entenderão o significado disso tudo. É um recomeço. Uma nova esperança. Sem árvores no centro de um jardim e sem serpentes, maçãs ou Chicos.A humanidade está a salvo.