Aos 15 minutos do primeiro tempo, quando já estava 3 x 0 pro Goiás, comecei a ter alguns delírios.
E em meus delírios comecei a pensar naquilo que os escritores de ficção científica falam tanto: voltar no tempo.
Nem gostaria de voltar tanto assim no tempo. Só 1 ou 2 dias atrás.
Tentaria alertar o técnico Márcio Fernandes e os auxiliares Serginho e Nenê de que Fabão é uma temeridade não apenas por sua já conhecida limitação técnica, mas também por não jogar há tanto tempo e estar sem ritmo de jogo. Provavelmente o Márcio Fernandes me perguntaria sobre outra opção. Adaílton também não joga há muito tempo só que tem bem mais inteligência que nosso digníssimo Fabão.
Tentaria alertar, também, de que Michael, a despeito de muitos torcedores conseguirem enxergar futebol de nível neste jogador, não é a melhor opção quando se tem Molina e Pará.
Tentaria lembrar ao triunvirato da comissão técnica de que Kleber Chicletinho não joga futebol há...quanto tempo, mesmo? Tentaria descobrir, entre os jogadores, se minha tese teria sentido: Chicletinho só é escalado como titularíssimo absoluto porque é “brother” da galera – e a saída do jogador por deficiência técnica provocaria a volta do “corpo mole”.
E, como último recurso, tentaria alguma coisa que impedisse a viagem do Santos para Goiânia. Um W.O seria menos feio.
VOLTANDO AO PRESENTE...
Depois da chinelada do Goiás, algumas conclusões:
1 – A Vila Belmiro vai livrar novamente a cara do Santos neste campeonato;
2 – Quem estava sonhando com Libertadores, sonhou demais. A permanência na primeira divisão já estará de bom tamanho.
3 – Fabão é ex-jogador e vem gerando um prejuízo enorme.
4 – Domingos é mesmo nosso melhor zagueiro. E Pará tem lugar neste time.
E PARA PROVOCAR:
5 – Domingão é o cara que segura a onda do Fabiano “Baresi” Eller lá na zaga?
6 - Michael: onde é que ele tem esse futebol todo que dizem?
7 – Márcio Fernandes virou Cuca Fernandes hoje? (aliás, o Cuca Gão continua levando o Fluminense à segundona)
E em meus delírios comecei a pensar naquilo que os escritores de ficção científica falam tanto: voltar no tempo.
Nem gostaria de voltar tanto assim no tempo. Só 1 ou 2 dias atrás.
Tentaria alertar o técnico Márcio Fernandes e os auxiliares Serginho e Nenê de que Fabão é uma temeridade não apenas por sua já conhecida limitação técnica, mas também por não jogar há tanto tempo e estar sem ritmo de jogo. Provavelmente o Márcio Fernandes me perguntaria sobre outra opção. Adaílton também não joga há muito tempo só que tem bem mais inteligência que nosso digníssimo Fabão.
Tentaria alertar, também, de que Michael, a despeito de muitos torcedores conseguirem enxergar futebol de nível neste jogador, não é a melhor opção quando se tem Molina e Pará.
Tentaria lembrar ao triunvirato da comissão técnica de que Kleber Chicletinho não joga futebol há...quanto tempo, mesmo? Tentaria descobrir, entre os jogadores, se minha tese teria sentido: Chicletinho só é escalado como titularíssimo absoluto porque é “brother” da galera – e a saída do jogador por deficiência técnica provocaria a volta do “corpo mole”.
E, como último recurso, tentaria alguma coisa que impedisse a viagem do Santos para Goiânia. Um W.O seria menos feio.
VOLTANDO AO PRESENTE...
Depois da chinelada do Goiás, algumas conclusões:
1 – A Vila Belmiro vai livrar novamente a cara do Santos neste campeonato;
2 – Quem estava sonhando com Libertadores, sonhou demais. A permanência na primeira divisão já estará de bom tamanho.
3 – Fabão é ex-jogador e vem gerando um prejuízo enorme.
4 – Domingos é mesmo nosso melhor zagueiro. E Pará tem lugar neste time.
E PARA PROVOCAR:
5 – Domingão é o cara que segura a onda do Fabiano “Baresi” Eller lá na zaga?
6 - Michael: onde é que ele tem esse futebol todo que dizem?
7 – Márcio Fernandes virou Cuca Fernandes hoje? (aliás, o Cuca Gão continua levando o Fluminense à segundona)
8 - O Santos contratou Fabiano, Apodi, improvisa Wendel, Dionísio...e tentou contratar o Vítor e não teve dinheiro ou competência?
NOS DEMOS MAL...
Esta é nossa postagem 200. Era pra ser melhor, né? Pena que o time dormiu em campo, com exceção do Pará.
